segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Quem te viu quem TV!!!



Olá jovens marotos, belezinha?! Voltei para escrever sobre a polêmica do momento, o debate mais acirrado de todos os tempos, a disputa pelo IBOPE como antes nunca tínhamos visto. De um lado, a emissora manipuladora, a toda poderosa Globo e do outro, surgindo paulatinamente e ganhando um espaço FIEL, a Record.
Na minha singela opinião, ambas já deveriam ter sido boicotadas pela população, visto que não apresentam em suas programações nada, nada, mas nada mesmo de útil. Dúvida? Porém, já deviria ser do conhecimento da grande massa que o poder literalmente está em suas mãos! Ainda duvidando?? Pois bem, esse tal poder é o controle remoto! Mude de canal, desliga a TV, leia mais, ouça boa música, escreva textos, poesias, enfim, tome a atitude.
A chegada da TV trouxe um certo encanto, ou praga. O fato é que ela é quem “cria” nossas crianças, ensina, influência, informa (geralmente tendenciosamente) e traz o entretenimento. Dessa forma, estamos mais propícios a desenvolver o lado visual, esquecendo do auditivo. Apenas observamos as imagens, não queremos mais pensar, interpretar, Ela faz isso por você. Mas nos tornamos dependentes deste meio de comunicação, muitos ainda pensam que a vida é como a Malhação, ou a Novela, sem falar na programação pífia dos domingos (chega de Gugu e Faustão)
É hora de acordar, nunca é tarde! Tenha um pouco de vontade e use o poder que foi lhe dado, desliga o aparelho.

Cadê a Revolução?!?



Estou de volta mais uma vez após um período de recesso mental, se é que isso possa existir. Mas enfim, o tema proposto aqui certamente é um dos mais polêmicos e causador de intrigas, principalmente entre os amigos (não é Luka???). Começo me perguntando: por que todos esperam uma revolução? Isso mesmo! ESPERAM! Sempre existe alguém com um discurso reacionário, porém, fica apenas com as palavras soltas no ar, na tentativa de comover terceiros. Sem movimentar-se. Somente esperando...

Talvez eu fosse um revolucionário no auge dos meus 16 anos. Talvez, eu disse! Acreditava que o sistema era o culpado de tudo. Desde a mãe mandando arrumar o quarto, até os vizinhos me olhando atravessado pelo visual “rebelde”. Hoje é diferente. É até cômico. Por que se não fosse o próprio sistema, eu não teria ido aos melhores shows, me alimentado de maneira satisfatória e desfrutado dos mais sortidos drinks.

Acredito sim na Revolução, contudo ela deve partir de cada um, antes de atingir o macro. Não adianta criticar o programa do governo, se você é o primeiro a negar um prato de comida aquele já não come há dois dias. Não adianta sair gritando para todo lado blasfemando contra nossa vida de classe média, se esta é a condição que nós mesmos aderimos e apoiamos! E sobre o “sistema”, arrume um jeito de se encaixar, tirar proveito dele, pois não fazendo isso, o “danadinho” te esfola até a alma.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Solidariedade aos trabalhadores


Em meados do século XVIII, iniciou-se o processo conhecido como Revolução Industrial. Este fato mudaria para sempre as relações de trabalho, criando inclusive novas classes: operários e empresários/industriais. As condições eram bem duras para os primeiros, já que, as jornadas de trabalho eram exaustivas, salários baixos e as condições de moradia e higiene eram péssimas. Para o segundo, o que realmente interessava era o aumento na produtividade, mesmo que isso custasse a saúde e vida de seus trabalhadores.



A Revolução Industrial ocorrida primeiramente na Inglaterra, envolveu uma característica para o trabalho, que chamo de especificidade do trabalho. Diferentemente das oficinas de artesanato, as quais os artesãos conheciam e participavam de todo processo produtivo, nas fábricas, o objetivo era produzir mais e mais. Sendo assim, ocorria a divisão do trabalho e cada operário é responsável por uma parte específica na produção.



Como de praxe, minha intenção não é apenas retratar resumidamente a Revolução Industrial. É fazer uma reflexão com base nos acontecimentos que rondam Brasília. Por que somos capazes de permitir um gasto absurdo de dinheiro público (nosso) no pagamento de quinhentos e tantos de Deputados e oita e poucos Senadores? O disperdício é proporcional ao tempo de trabalho de um parlamentar, visto que, o expediente é de terça a quinta, praticamente.


deputada "trabalhando"


Enquanto a massa de trabalhadores é esmagada por jornadas exaustivas com salários de fome, os representantes dessa mesma massa esbanja no critério falcatrua. E já que estamos falando nisso, aí vão alguns dados sobre parlamentares. A média do custo por parlamentar dos Legislativos europeus mais o Canadá é de cerca de R$ 2,4 milhões por ano. No Brasil, são R$ 10 milhões o custo anual de cada mandato corresponde a 6699 salários mínimos!!! Fonte para consulta: http://www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf


Com isso amigos, quero deixar claro que não sou anarquista, comunista, socialista ou qualquer outro “ista”. O fato é consciência, é saber, é lutar. Para quem sabe um dia termos realmente um país, no âmbito político, digno de sua população. Pense!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Investimento externo

A História do Brasil esteve sempre atrelada aos interesses estrangeiros. Foi assim, com a chegada de Cabral até aqui, com a Independência, ditadura e por aí vai. Porém, escolhi o segundo tema para debater e quem sabe deixar mais claro por que “eles” fazem e acontecem na Terra Tupiniquim.

No ano da Independência do Brasil, 1822, estaria em vigor um certo pacto colonial, que já não funcionava nos moldes originais, uma vez que, em 1808, com a Abertura dos Portos(1808), Portugal cedeu à Inglaterra o direito de comercializar seus produtos com o Brasil. Dessa forma, Portugal perdia a exclusividade de explorar sua colônia abrindo portas para a então industrializada Inglaterra nos abarrotar com seus produtos. Estaria aqui amigos, evidente o jogo econômico imposto pela Inglaterra, mandatária no quesito “grana” impondo aos demais países como Portugal, seu estilo de controle.

O que me fez escrever sobre isso? Mais uma vez, a famigerada Copa de 2014! É do conhecimento de todos que vão aos estádios de futebol a proibição da venda e consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios. Pois bem, umas das empresas patrocinadoras do evento é uma marca de cerveja! Ah, agora tudo faz sentido não é?! Deixe-me ver se compreendo. Os governos estaduais vetam o consumo e venda de bebidas para coibir eventualidades, através de uma lei. Agora, vem a empresa, com seu contrato milionário e diz simplesmente: “Tá na hora de rever este conceito senhores, caso contrário não tem dinheiro”. É mais um caso da interferência econômica dentro do país e de mais uma lei que não vai pegar.

Aos interessados está aí a matéria sobre o tema http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u579055.shtml

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Salve Pão e Circo!!!

Estou de volta com mais um tema no mínimo intrigante e agora com um embasamento histórico, afinal é esse meu campo de trabalho. Para iniciarmos, nos reportemos para a saudosa Roma Antiga, mais precisamente para o período republicano. Esse, um tempo de grande esplendor para os romanos, é marcado por conflitos (principalmente as Guerras Púnicas, pois Cartago, importante entreposto comercial de origem fenícia, representava uma grande concorrência no Mediterrâneo para os romanos) que resultam escravismo acentuado e tensões sociais.
Essas tensões sociais são sabiamente contornadas pelo cônsules romanos e seus notáveis senadores. A resolução, ou melhor, a camuflagem dos problemas urbanos, se daria através da “política do Pão e Circo”. Em que consistia essa prática? Bem, o governo forneceria alimentos e espetáculos gratuitos, mantendo dessa forma a população alheia aos assuntos mais graves, como corrupção, fome, miséria e caos urbano em que Roma estava mergulhada.
Quero chamar sua atenção para os vários “Pão e Circo” a que somos acometidos e muitas vezes negligenciamos isso. Não podemos desvirtuar nossa função de cidadão, devemos fiscalizar o poder público! Fiquemos atentos com as obras e aplicação de recursos que estarão por vir com a famigerada Copa de 2014. Devemos cobrar, na mesma proporção que nos é cobrado os impostos, nossos direitos. Cuidado com as camuflagens...

Para descontrair, aí vai uma curiosidade histórica “Os generais romanos eram extremamente supersticiosos. Eles só entravam em uma batalha, por exemplo, quando suas galinhas sagradas, que estavam sempre por perto, estivessem com apetite. Se as galinhas não comessem, eles simplesmente adiavam o confronto”.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Estamos satisfeitos?

Mais uma vez o título é um questionamento. É da minha natureza dar um tom sarcástico e irônico acerca dos problemas e anseios da sociedade a qual estamos, quer você queira ou não, inseridos.

Fui surpreendido com uma pesquisa elaborada pela prefeitura da cidade de Natal, sobre o grau de satisfação da população no tocante ao uso dos transportes coletivos. Os números realmente foram excelentes, pois consta com 80% dos usuários satisfeitos. Ora, primeiro eu sinceramente gostaria de saber onde estão esses passageiros felizes e realizados por utilizar esse serviço. Segundo, qual critério os entrevistadores usaram para convencer a maioria de que o serviço é agradável?

Na minha mente questionadora e perseguidora das atitudes governamentais, a tal pesquisa quer nos empurrar a idéia de que estamos vivendo em uma cidade onde todos os serviços funcionam. Será? Acompanhe a saga de um cidadão natalense indo para o trabalho ou escola. Passar mais de meia hora em um ponto de ônibus. Quando o bendito chega está lotado. Ao parar é aquele tumulto para subir. Vencendo essa etapa, cabe a você, usando sua técnica de sobrevivência em coletivos, arranjar uma posição e permanecer assim até o destino final.

Como vêem, é confortável, confiável e atende as necessidades cotidianas. A tendência é melhorar com os aumentos já anunciados das passagens. nessas condições, afirmo tranquilamente: estou satisfeito também! E você?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O começo do fim?

É cada vez mais incrível como a humanidade está chegando ao nível máximo do individualismo, ninguém se importa e quando existe algumas pessoas sensíveis aos problemas, aparece uns outros para por tudo a perder. A idéia desse texto é fazer uma reflexão do tipo: “o que está acontecendo”? Por que não ligamos para mais nada a não ser, sucesso, dinheiro e bem-estar próprios? São respostas não dadas nesse texto e muito menos procuro ser o salvador da pátria, é como disse, são reflexões.Cerca de alguns dias foi descoberto um esquema na região sul do país, o qual envolvia donativos para desabrigados e uma dose cavalar de desonestidade, conceito esse bem conhecido de todos. Mas a situação era crítica, o país inteiro em um gesto de solidariedade enviou suas doações e sabem qual foi o fim de uma parcela significativa desses donativo? Simplesmente um senhor, ou melhor, um crápula, estava negociando através de bazares, as doações que deveriam estar remediando os necessitados! O preço? Variando entre um e cinco reais, é claro dependendo do estado da peça. Ao ver a tal reportagem não acreditei que o cúmulo da picaretagem acontecia. Tira-se proveito de tudo nesse mundo, mas fiquei mais angustiado, pois a cada amostra das roupas, colchões, e material de toda sorte, que deveriam ser entregues aos flagelados, estavam ali, amontoados dentro de um galpão particular.É caro leitor talvez seja o começo do fim. Talvez. Pensemos em nossas atitudes e como podemos modificar essa cultura da trapaça, do engano, do benefício próprio e dane-se o próximo. Pense.